#Dicas Valiosas Pra Aumentar As Visitas


O Telhado Verde Diminui O Calor?


É uma manhã corrida na Starbucks - e os parceiros (funcionários) estão concentrados em responder os clientes e servir cada bebida com um sorriso. TRANSFORM: Por que é interessante que os compradores saibam que a Starbucks é uma organização de tecnologia? GERRI MARTIN-FLICKINGER: Adoraria começar com: o que é a Starbucks?


Starbucks é uma experiência. E está centrada em redor dessa conexão com o cliente na loja, a conexão humana, alguém, uma xícara, um bairro de cada vez. Acho que essa missão é tão crítica quanto o papel da tecnologia. Ela tem que ampliar essa conexão humana, não atrapalhá-la. Não se trata de construir uma tecnologia legal e radiante. Trata-se de montar uma tecnologia que esteja ajeitada com essa conexão e cuidado, que são exclusivos da Starbucks.


Um exemplo disso é a tecnologia implementada pra oferecer uma experiência melhor destinado a pessoas que optam por fazer um pedido por aparelho móvel. Quando você entra em nossas lojas mais movimentadas (conectadas por dispositivos móveis), você vê algo conhecido como Digital Order Manager (Gerenciador de Pedidos Digitais), que os baristas usam pra indicar que sua bebida está pronta.


Se você for um consumidor móvel, receberá uma notificação no teu smartphone compartilhando que tua bebida está pronta, o que é uma forma bacana de tornar essa experiência com o barista bem mais intencional. E o barista pode usufruir este instante pra lhe transmitir teu café com o mesmo sorriso e reconhecimento de nome que você espera da Starbucks.

  1. Orgasmos mais intensos
  2. Jully Kamily argumentou: 31/07/12 ás 21:Trinta e um
  3. Não leve as coisas tão a sério deste modo
  4. 150 gramas de farinha de trigo

TRANSFORM: Por que a tecnologia é respeitável pra uma xícara de café? MARTIN-FLICKINGER: Uma das coisas que nos empolga bastante é que a organização de engenharia e tecnologia está usando detalhes para melhorar continuamente a experiência de nossos clientes e parceiros. Temos a oportunidade, nesta nova era de IoT (Internet das Coisas), de realmente monitorar materiais em um nível incrivelmente detalhado de telemetria e distinguir quando uma máquina precisa de manutenção preventiva, como por exemplo.


Podemos fazer isso sem ter que incomodar as equipes nas lojas, que querem se concentrar no freguês. Através da Web das Coisas, estamos aproveitando o próximo salto da telemetria de muitos instrumentos e garantindo uma experiência firme para cada cliente. TRANSFORM: Considerando que a Starbucks não é uma nativa digital, como você descreveria a jornada da empresa para conectar tudo, desde pedidos de dispositivos móveis até estoque e serviço?


MARTIN-FLICKINGER: Uma das coisas que mais amo de enfatizar é como nós nos chamamos: Tecnologia Starbucks. Não somos chamados de TI Starbucks. Queremos ter um tipo distinto de visão do que fazemos e de como ativamos a marca. Estabelecemos um plano de tecnologia de 5 anos que está intimamente filiado à nossa estratégia de negócios corporativos. Começa por olhar pros tópicos tecnológicos disruptivos que irão tornar-se comuns nos próximos anos.


Como desejamos começar a capitalizá-los e explorá-los? Como estamos trabalhando com eles em nosso raciocínio de futuro? Com mais de vinte e oito 1000 locais espalhados por 77 países, é preciso ter cautela para planejar a logística por trás da nova tecnologia disruptiva de nossas lojas. TRANSFORM: Seus mais de dois anos na elaboração da Tecnologia Starbucks e pela construção de tua equipe coincidiram com o progresso da Starbucks em dispositivos móveis. MARTIN-FLICKINGER: A experiência do usuário do aplicativo móvel é muito sensacional. Entretanto lembre-se que, por trás deste pedaço de vidro no seu dispositivo, inmensuráveis componentes tecnológicos diferentes estão em ação, fazendo a mágica suceder. Podem ser fatos sobre a loja física, o horário de funcionamento ou o teu inventário. Sonhe no caso de que, pelo menos nos EUA, as lojas da Starbucks têm um pico na cota da manhã - um período bem específico de tempo, no momento em que uma vasto porcentagem das transações é praticada.


Sonhe pela carga que é colocada em nossos sistemas. Um segundo ou dois significam muito pra nossos freguêses durante o tempo que eles se preparam para começar o dia. Ter essa perícia de explosão e integrá-la em todos os sistemas de back-office era uma tarefa monumental. TRANSFORM: Você bem como acrescentou uma matriz de algumas tecnologias.


MARTIN-FLICKINGER: Um ótimo exemplo é o Starbucks Production Controller (SPC, ou Controle de Produção da Starbucks, em português), que está atualmente em teste. Ele faz o sequenciamento inteligente de alimentos e bebidas pra consumidores pela fila, e também pedidos móveis. Isto é uma coisa que desenvolvemos como tecnologia proprietária, pelo motivo de o sequenciamento de nossa comida tem muito a observar com a competência de elaboração pela loja e as receitas do item. Como vasto parte da experiência é dos produtos artesanais, a inteligência necessária pra fazer isso bem é pouco mais sofisticada do que você imagina se olhar para a chance. TRANSFORM: Até que ponto a parceria da Starbucks com a Microsoft ajudou a alimentar essa transformação? MARTIN-FLICKINGER: A parceria com a Microsoft vem sendo fabulosa em incalculáveis níveis. Claro, nós usamos serviços em nuvem, todavia vai além de ser um fornecedor de tecnologia. A Microsoft se envolveu conosco pra trazer seus especialistas e trabalhar diretamente pra desenvolver ideias na loja e em toda a corporação.


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